
Já diria Clarice Lispector que “perder-se também é caminho”. Às vezes, nos perdemos. Outras vezes, nos redescobrimos, nos reencontramos ou, no meu caso, voltamos às raízes. Estive muito tempo fora daqui, me preocupando com coisas que eu achava serem importantes e que no fundo, não eram. Eu me perdi. Sim, eu me perdi em mim mesma, no meu turbilhão de pensamentos e sensações. Eu me perdi nessa minha mania de sentir demais, de amar demais, de sofrer demais. Entretanto, eu me redescobri.
Este blog estava abandonado. Eu estava desanimada, sem forças para continuar. Mas então notei que ele é o meu caminho. É o meu recomeço. O recomeço de uma nova escrita, de uma nova inspiração, de novos pensamentos. O recomeço de uma nova enserenada.
Sejam muito bem vindos novamente ao meu devaneio. Dessa vez, vai ser para valer. Eu jamais abandonarei o meu Enserenando. Acima de tudo, este é o meu sonho infinito.
Este blog estava abandonado. Eu estava desanimada, sem forças para continuar. Mas então notei que ele é o meu caminho. É o meu recomeço. O recomeço de uma nova escrita, de uma nova inspiração, de novos pensamentos. O recomeço de uma nova enserenada.
Sejam muito bem vindos novamente ao meu devaneio. Dessa vez, vai ser para valer. Eu jamais abandonarei o meu Enserenando. Acima de tudo, este é o meu sonho infinito.
